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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Perguntas Frequentes (ou não) IV



Breve questão: porque não declarar que o Carnaval é todos os dias, sem tolerância de ponto?

 - é que foi o único dia que me lembro em que só o Parlamento é que trabalhou! Apesar da blasfémia que é, neste caso, o emprego da palavra 'trabalho', não me parece nada má ideia! (fiquei foi curioso sobre qual o custo de ter milhares de departamentos públicos abertos sem qualquer afluência).

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Perguntas Frequentes (ou não) III



Breve questão: se eventualmente a Grécia sair da zona Euro, o que é que vão fazer ali ao 'EYPΩ'?


- Sendo que a Grécia é o único país com uma designação exclusiva nas notas de €uro, saindo da moeda única não faz lá muito sentido manter-se o desenho... devia tirar-se todas as notas de circulação matando o EYPΩ assim como outrora se fez ao Pessoa, com as notas de 100$00


segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Perguntas Frequentes (ou não) II



Breve questão: porque é que não recebemos todos uma reforma por cada emprego que já tivemos?

- Nunca percebi muito bem porque é que em determinados cargos, por norma daqueles que mais deviam dar o exemplo, recebem pensões quando ainda estão no activo, e distantes da idade normal para a reforma. Não é que se possa definir o emprego do prof. Aníbal Cavaco Silva como 'activo', e de resto ele até abdicou do seu reduzido ordenado, mas não me importava nada de receber um ordenado mínimo por cada empresa em que trabalhei. Parecendo que não facilitava-me a vida, ainda que... mesmo assim, provavelmente não cobrisse as minhas despesas.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Perguntas Frequentes (ou não) I



Breve questão: porque não implantar um cartão VISA para monitorizar o banco de horas individual?


 - Se o trabalho pode ser pago em horas (mesmo para os que como eu nem usam relógio), porque não criam condições para que mais tarde possamos usar essas mesmas horas para pagar, assim como nos pagaram a nós, a conta do supermercado? Talvez assim se dinamizasse a economia, e este 'acordo' assinado ainda há pouco não fosse visto como um golpe assim tão duro aos trabalhadores.
Não me parece nada mal ir ali ao Continente ou ao Pingo Doce comprar 5 minutos de batatas, ou 2 dias de costoletas!